segunda-feira, 29 de abril de 2013

Infância


Quando era pequeno, vivia na casa de uma tia. Nessa época ela ainda não tinha filhos. A relação dela com o meu tio era de muita paixão. Quando sentavam na sala, ficavam fazendo footsie. 

Lembro uma vez que estavam com visita em casa e mesmo assim, ficaram o tempo todo esfregando as suas solas. Fiquei com isso guardado na minha cabeça, pois percebi que isso era prazeroso.

Meu tio esfregava o seu pezão 44 nos pezinhos dela, e ela adorava. Ele tinha um pezão grande e rosado. Sua pele era bem branca e tinham muitos pelos pelas pernas. 


Acho que foi assim que tudo começou. De tanto ver eles naquela esfregação, tomei gosto pela coisa. 


Tinha um tio que passava as férias lá em casa e comecei a praticar esfregação de pés com ele. 

Quando ia deitar, ficava ao seu lado e esfregava o meu pezinho no seu pezão. É lógico que não pensava em sexo. Apenas em sentir o prazer de dois pés se esfregando. ​Eram macios, grandes e quentes. 

Tive outro tio que às vezes dormia em casa. Juntávamos as camas e sempre ficava no meio. Quando dava, esfregava meu pezinho no pezão dele. Certa vez, cheguei da escola e ele estava deitado no chão acarpetado do quarto.


Lembro que vestia calça jeans e camiseta branca. Seus pés estavam virados para a porta. Fiquei um bom tempo contemplando aqueles pezões. Eram grandes, gordinhos e bem vermelhinhos. Fiquei imaginando a maciez daqueles pés.

Até que tomei coragem e deitei no corredor, mas virado com os meus pezinhos para dentro do quarto. Fiquei com medo dele acordar, mas criei coragem e encostei meus pés de leve nos dele. 


Como ele não acordou, fiquei um bom tempo roçando naquele pezão macio e quentinho.

Ele tinha uns vinte e poucos anos. Era do tipo rebelde. Apesar de bruto, tinha os pés suaves como uma pluma. Depois de um tempo, ele começou a se mexer. Antes que acordasse, me levantei depressa e esperei um pouco para dizer que o almoço estava pronto.


Lembro que se sentou e começou a coçar e a tirar remelas dos olhos. Acho que não percebeu nada o que tinha rolado. Escapei por pouco.

​Beijos nos pés!

Eu era que nem esse bebê. 

Adorava um pezão desde pequeno.